20 de julho de 2015

Promoção, Estela e A Lei do 30

Curta a página e ganhe o livro no dia 13 de agosto


Esta postagem tem o objetivo de sintetizar novidades sobre os meus projetos literários. Como o título sugere (e a blog também), todos os leitores que curtiram ou curtirem a página Paul Law do Facebook, concorrem a um exemplar de Ester 1ª edição. A página fará novo sorteio no dia do lançamento do livro Estela, versão e-book). 

Assim, tanto o sorteio de Ester 1ª edição, quanto o lançamento de Estela e-book se dará no dia 13 de agosto de 2015. O livro físico, como anunciado no blog Cultura BR, será lançado em setembro, no dia 15. Você poderá adquirir o exemplar por aqui ou pela página do Facebook, ok?

O e-book será lançado em agosto no Amazon


Falando agora sobre A Lei do 30, a história da pistoleira Mae Dickson em busca do filho abandonado, cabe esclarecer que por enquanto o único modo de acompanhá-la é através deste blog (pela aba esquerda A Lei do 30). Já existe 12 capítulos disponíveis, além do conto "Começando pelo Fim" que serviu de inspiração para a saga. 

Lei todos os capítulos aqui

Abraço e até a próxima postagem.        

17 de julho de 2015

Tomo XI- Agora eu sei


— Atire em mim — disse Xamã. 
A estrada estava deserta e ambos de frente um para o outro. As tendas posicionadas lateralmente observavam tudo. 
Substituíram o sangue de Mae Dickson por um sintético contendo robôs do tamanho de células, capazes de interagir com similares que estavam espalhados no ar e nas coisas. Os efeitos do procedimento biotecnológico foram inúmeros: era, agora, um ser pálido e tracejado por linhas verdes brilhantes. Elas se faziam até mesmo nas bochechas.
— Não quero fazer isso — ela respondeu ao mentor. 
— Mas eu quero — ele sacou o revólver com habilidade e disparou.
Sem que Mae controlasse os próprios movimentos, sua mão sacou do coldre o seu revolver e devolveu o ataque. Os projéteis colidiram no ar e ricochetearam. 
— Isso não é possível! — ela disse, atônita. 
Ofegante, observou o braço que acabara de desobedecê-la. As suas veias agora tinham o tom vermelho brilhante. 
— Não se distraia menina — Xamã disparou pela segunda vez e atingiu Mae na barriga.
Ela levou a mão ao ferimento.
— Oh, merda — sangue umedecia os seus dedos.  
Antes que pudesse pedir socorro, notou que o ferimento estava deixando de sangrar. Dor também já diminuía. Que haviam feito com ela?
— Isso é incrível! — Mae sorriu apesar da confusão. 
— Você não está fazendo isso direito, Mae Dickson. 
Xamã atirou com os dois revólveres por várias vezes, atingindo Mae nos ombros e joelhos. A menina ganhou a areia com violência. Ela tossiu. Era sangue em sua garganta? O filho da puta queria mesmo matá-la? 
Assim que este pensamento dominou sua cabeça um estranho zunido se fez audível. Não pôde pensar em mais nada. Quando recuperou a consciência Xamã estava no chão, alvejado no peito. 
— Ai, droga! — ela correu em direção do mentor — Eu não queria fazer isso. 
Ele fazia uma careta e se contorcia sobre a areia. 
— O que eu faço agora? 
— Que tal ficar quieta? — o pistoleiro respondeu entredentes.
Mae viu o ferimento do professor se fechando diante dos olhos.
Xamã ensinou que em modo de combate, quanto menos pensava, mais próxima da reação perfeita se encontrava. Aquelas palavras ditas ali sobre a areia não fizeram muito sentido no começo. Depois, no entanto a bandida começou a perceber que as reações automáticas eram as mais perfeitas. Os testes dos dias seguintes lhe mostraram isso. 
— Medite, menina. 
Ele disse quando se encontrava em sua tenda, sem camisa e em posição de lótus. Mae achou estranho, mas se sentou ao lado do professor e imitou sua posição. 
— A meditação ajuda a desligar as interferências que causamos ao avermelhamento. Seu corpo sabe o que fazer. 
A garota tinha dúvida. Era mesmo possível que sabia o que fazer automaticamente? 
— Sim, é possível — Xamã disse. 
— Você lê pensamentos? Isso está me assustando, Xamã!
— Já te expliquei que não sou eu, mas o que os obsoletos espalharam no mundo. 
Houve o silêncio. Mae fechou os olhos. Não demorou a abri-los.
— Eu não vou conseguir fazer isso antes que me explique por que fez isso comigo. 
— Fiz o que fiz por achar que você precisava sobreviver, menina.
Ela não conseguiu mesmo aquietar os seus pensamentos. As lições tiveram fim por aquele dia.
 Mais tarde em sua tenda o sono não foi tranquilo. As vozes não silenciavam, não havia paz num irônico paradoxo. Esvaziar a mente? Como se aquela merda em seu corpo não parava de obter informações de tudo. Como era possível dormir (e viver) com tanta coisa na cabeça? Pulou da precária cama quando percebeu que não tinha mais paciência para dormir em prestação. 
A escuridão começava a amenizar, dando lugar ao frio que antecedia o alvorecer sobre a terra árida, quando Mae deixou sua nova moradia. Os cavalos amarrados a estacas relinchavam boa madrugada. Ela abraçou os ombros, sentia frio. 
Sentir.
Avistou um homem magro escovando um equino. Aproximou-se. 
— Bom dia.
— Bom dia, senhora — ele parou o que vinha fazendo.
— Desculpe, não queria assustá-lo.
— Está tudo bem. Como se sente? Pergunto porque escuto falar sobre o avermelhamento. 
— O que falam? 
— Que é quase como ser Deus. Olhe as tendas. Todo mundo aqui espera pelo dia de ganhar essa chance. De poder fazer alguma coisa, sabe? O líquido é escasso e os próprios pistoleiros acabam consumindo as reservas que possuem para repor o que é perdido.     
Foi ali que Mae começou a entendeu o quanto era importante o que Xamã havia feito com ela; o fato de seu mestre ter lhe dado condições de revidar às injustiças daquele tempo. Ela empunharia o revólver contra qualquer agressor, fosse para salvar a si mesma ou os outros que dependessem dela. 
Após estabelecida a gratidão silenciosa, Mae Dickson passou a treinar com afinco. Meditava, aprendia técnicas de potencializar o avermelhamento e realizava novos experimentos. As vozes se calavam quando tinha determinação. Nunca esqueceu aquele cuidador de cavalos e a esperança daquele povo.   

14 de julho de 2015

O Catálogo de Corpos


O senhor Amadeu sempre foi um homem de poucas palavras, avesso à bajulação. Mesmo assim seus atos sempre foram dignos de honras e ele costumava dizer que era assim que todo mundo deveria se portar. Os atos devem ter valores independente do seu executor. Não é quem faz que deve ser agraciado, mas o que foi feito. Às vezes era rude com aqueles que o rodeava. A idade contribuía para o temperamento objetivo. Não tinha tempo para perder com honras. Com seus sessenta e oito anos, residente em uma cidade pequena do interior do estado, numa chácara para ser exato, tinha uma rotina saudável. Funcionário Público aposentado, nunca almejou riqueza maior do que um teto e comida. Por isso, era feliz. Já fazia hora extra, costuma dizer. Também comentava com os amigos: 
— O que faço, não sou em quem faço, mas quem pode, através de mim. Agora que estou velho, não há muito o que fazer.
Os familiares diziam que era bobagem. Para eles o que o Senhor Amadeu havia feito ia muito além do teto e do alimento. Havia bens angariados pelo patriarca com o objetivo de propiciar à família momentos que valessem por si mesmos. Apartamento na Praia, uma poupança (nunca se sabe) razoável. Cristiano, o filho mais velho, sabia de tudo isso e não escondia os seus interesses. Era um homem bem casado, pai de dois filhos e advogado, contrário a imprevistos. Por conta disso, naquele momento, sentia-se perdido. O caso era grave.
— O seu pai teve um infarto, lamento — foram as palavras do médico quando conversou com Cristiano.
Tudo começou com uma dor forte no peito. Uma ligação a um amigo, um pedido de socorro. Atendimento precário no hospital da sua cidadezinha, encaminhamento para a cidade maior. Espera por vaga na UTI, morte de várias outras pessoas nas mesmas condições. Angustia e finalmente a vaga que não significava cura, mas uma chance.
— Ele ficou muito tempo esperando uma vaga, de modo que as chances diminuíram consideravelmente. Há o procedimento pelo governo, que não é mais do que tentar desentupir as veias com uma medicação ou o procedimento particular.
— Quais são as chances pelo método público? — Cristiano indagou.
— Vou ser franco com o senhor: mínimas.
— E o particular?
— Eu não posso dar detalhes, mas adianto que se há uma chance de salvá-lo, é essa. Na verdade, qualquer pessoa que escolhe por este procedimento possui boa chance.
— Mas como faremos? Qual o preço?
— Não temos muito tempo, mas vou chamar um representante do plano para conversar com o senhor.
Cristiano assentiu. Sentou-se ao lado da esposa e do irmão Eduardo. Ambos ralharam com ele sobre sua hesitação em pagar pelo tratamento do pai. Ele herdara a objetividade e franqueza de Amadeu:
— Se o pai vai morrer de qualquer jeito por que gastar seu dinheiro?
Não tardou para uma mulher de vestido vermelho, salto-alto e meia calça trilhar por aquele corredor vazio. Ela trazia uma prancheta e um sorriso bonito. O corpo todo era perfeito. Os olhos azuis, Cristiano observou bem e notou que havia o número oito tatuado embaixo do direito. A pele era diferente de tudo que o jovem havia visto, oliva e os cabelos pintados de vermelho. O pescoço vinha encoberto por um cachecol preto. Ela continuou em pé e estendeu a mão direita.
— Boa noite, senhores. Sou Suzi.
— Sou Cristiano, boa noite. O doutor disse que você explicaria sobre o procedimento particular.
— Exatamente — ela sorriu. — Entretanto temos que conversar em minha sala, no pavilhão particular. Sigam-me.
Os três parentes do paciente seguiram a mulher pelo corredor deserto do hospital. Ela destrancou uma porta de vidro, donde se lia a palavra Copas e seu símbolo correspondente: um coração vermelho.
— Sentem-se, por favor.
— Suzi, não é? Poderia ser mais direta, por favor? — Cristiano manteve-se em pé.
Ela sorriu. Depois forneceu uma pasta rubra e aveludada que estava sobre a mesa ao homem que se negou a sentar. Cristiano a abriu. A cada página que mudava sua expressão ganhava contornos de confusão. No meio dela, ele desistiu das páginas seguintes. Indagou:
— O que é isso? Não compreendo o motivo de me mostrar corpos sem cabeça.
— O senhor pediu objetividade — ela deu de ombros. — Todos estão em perfeitas condições. Uns são mais bonitos, outros menos. Alguns mais jovens outros nem tanto. O preço está embaixo das imagens.
— Continuo sem compreender.
— Senhor, estou oferecendo um corpo novo para o seu pai.
— Isso é impossível — Cristiano se sentou. 

8 de julho de 2015

Lao-Tsé e a dualidade

Há um tempo publiquei a reflexão "Seja água, meu amigo!". Nela comentei sobre a ideia que permeava o livro de Bruce Lee. Esta ideia é de Lao-Tsé, o nosso autor comentado nessa postagem. Antecipo que não se trata de um estudo filosófico propriamente dito, pois não tenho a intenção (nem a capacidade) de realizar tal tarefa. São comentário de um leigo, um singelo curioso.

Lao-Tsé, o "jovem velho", fala muito sobre a dualidade atinente às coisas. O sentido contrário, o antagonismo. Amor ou ódio; dia ou noite; bem ou mal; homem ou mulher; o Uno ou o Verso. Indo um pouco mais longe ele ensina que não há contrariedade propriamente dita, mas complementação. Uma ideia só pode ser compreendida em sua integralidade quando acompanhada da outra. Assim, o sentido integral de algo só é possível a partir do conceito de toda a dualidade. Só posso saber o que é amor, quando analiso o seu aparente contrário, o ódio. O inverso também é verdadeiro. Seguindo, quando se alcança o conceito integral de algo, por sua própria natureza, perde-se o sentido. Amor deixa de ser amor; dia deixa de ser dia. A "coisa" se torna "ausência". A ausência é o campo a ser preenchido e é para onde todas as coisas convergem. Neste raciocínio, o vazio é Deus.

O livro que revela Deus


Parece um pouco complicado refletir sobre isso e há muito mais em "Tao Te Ching". Para fazer uma ponte entre Bruce Lee e Lao-Tsé, podemos comentar que ambos pregam que a verdadeira forma é não ter forma; que a inteligência humana ou técnica é um modo de afastar o ser da sua verdadeira identidade. Eu consigo perceber que o raciocínio da dualidade também cabe aqui, porque só posso conhecer alguma coisa a partir do seu contrário e quando o faço, percebo que os sentidos se anulam e me levam a um outro, novo, integral, mas impossível de ser compreendido por mim. Então ser água é como estabelecer uma conexão com o que não posso compreender dada a minha condição humana. Embora jamais possa ser como Deus (que é íntegro), quando abandono as amarras dos procedimentos, posso encontrar o meu verdadeiro eu. 

Assim sou livre.    

   

6 de julho de 2015

Tomo X - A tenda


Mae nunca havia cavalgado por tanto tempo. Na verdade, sequer estado num dorso de cavalo, de modo que aqueles dias de viagem foram horríveis. Ela e Xamã na imensidão do deserto buscavam as instalações atuais dos bandidos. Enquanto descansavam à noite, Mae não podia deixar de notar o brilho verde-neon das veias do seu companheiro. Era uma imagem bonita, dava-lhe um destaque especial no deserto, embora não parecesse humano.
— Efeito visual — ele explicou enquanto acendia a fogueira — Verde relaxado, vermelho sob ataque. Yin e Yang.
— Mais coisas que gritam a você?
Ele sorriu de satisfação. Depois apontou para o céu:
— Olhe, estrelas. Elas também brilham, Mae. São lugares distantes. Será que está tudo bem por lá? Também fazemos parte delas e elas de nós.
— Xamã, ainda não compreendi o motivo de ter me trazido. Apenas fiz uma pergunta e se não quer respondê-la, tudo bem.
— Há uma coisa interessante no fato de você estar seguindo comigo. Há muito se dizia que aquele que não sabe a qual direção seguir, qualquer caminho lhe será apropriado.
Mae suspirou e se aconchegou sobre o velho trapo que lhe servia de cama. O velho mexeu no fogo com uma vareta.
— Amanhã tudo fará sentido, não se preocupe.
Foi assim mesmo que ocorreu. Apesar de não tão simplório quanto a conclusão possa parecer. Por volta do meio dia seguinte a dupla encontrou o acampamento dos bandidos. Estava no meio do deserto, mas tinha água, cavalos e tendas. O nome não podia ser outro: A tenda. Era um tipo de comitiva de cavaleiros que avançava pelos desertos de Novo Oeste protegida por pistoleiros avermelhados. Atualmente três: Xamã, Damian e Bruce. Estes bandidos saqueavam cidades em busca de dinheiro e alimentos para os demais ocupantes da Tenda.   
— A lei do 30, Mae — explicou Xamã, enquanto cavalgava lentamente entre as tendas. — Todas essas pessoas sabem bem que é assim que as coisas funcionam e por isso estão conosco. Elas buscam proteção e sabem que depois que partimos das cidades não demora para as coisas voltarem a ser como antes. Um novo xerife, recomeço da exploração assegurado pelos malditos policiais. 
Chegaram a uma carroça maior estava à frente e destoava das tendas. A porta ficava aberta e havia um divã metálico no centro, além de uma estranha máquina posicionada lateralmente. Em cima dela um galão com líquido verde, brilhante.
— Aqui está a belezura que me deu as marcas — ele sacou o revólver. 
Mae ficou confusa. Tentou deixar o lugar mas as pessoas que estavam ali a seguraram. Xamã apontou a arma para o seu peito. Mandou retirar toda a roupa ou lhe mataria ali mesmo. Ela o fez com lágrimas nos olhos.
— Eu não sei como explicar sem mostrar, Mae. Deite-se.
Quando a garota se deitou, não imaginou que estava prestes a sofrer um tipo grotesco de cirurgia. Foi amarrada ao divã. Ouviu um homem dizer:
— Preciso de duas emendas de pulso — ele passou o bisturi sobre o punho de Mae, abrindo-o até a palma da mão.
Não havia anestesia de modo que ela se debateu freneticamente na tentativa inútil de se livrar daquilo. O sangue lhe escorria abundantemente.
— Quanto mais mexer mais sangue vai perder. Fique calma, estamos apenas respondendo à sua pergunta.
Apesar de toda a dor e do desespero por não saber o que estava acontecendo, as tentativas inúteis de se libertar acalmaram-na um pouco. Os dois pequenos canos metálicos foram testados pelo operador da máquina. Um clique e ele aumentou de tamanho, tal qual uma vara de pescar retrátil. Outro clique e ele se retraiu. Foram inseridos entre os nervos do punho da menina. Ela apenas bufava por conta da dor enquanto pontos foram dados nos pulsos. O cirurgião disse:
— Tudo pronto para a inserção dos nano-robôs.
Cabos finos foram desenrolados e plugados nos novos orifícios que sobressaíam dos punhos de Mae. 
— Inserindo o sangue sintético — ele apertou um botão na máquina ao lado.
Assim que o líquido começou a perpassar pelo seu corpo, Mae teve convulsões. As veias estufaram de maneira sobre-humana, verde. O operador da máquina esquadrinhava todo o corpo da garota, conferindo por onde as veias verdes perpassavam, como se pudesse medir o tanto que seria suficiente.
— Inserindo cabo de evacuação de sangue para estabilizar o líquido do corpo.
O coração parecia que ia explodir no seu peito, mas o alívio veio com o plugue do cabo no braço esquerdo. Sangue começou a ser drenado por ali.
— Estabilizando. Processo de avermelhamento quase concluído.
Foram as últimas palavras do cirurgião que Mae ouviu, antes de perder a consciência.
Sonhou. Nele era como se não tivesse mais um corpo físico e pudesse acessar tudo o que tivesse vontade. Todos os lugares eram familiares, as pessoas, os tempos. Não podia se imaginar como um ser isolado, mas uma peça de um todo maior e incrivelmente útil. Era como se sempre soubesse; como se as respostas gritassem por atenção. Podia pegar qualquer uma.
Acordou num pulo. A respiração acelerada a cabeça doendo. Os olhos, o que havia com eles? Que sons eram aqueles? Vomitou. As respostas vinham imediatamente. O difícil era prestar atenção nelas. Mais uma onda de vômito.
— O que vocês fizeram comigo? Essas pessoas, esses lugares, tirem da minha cabeça.
— Bem-vinda, Mae Dickson. Agora você sabe...

3 de julho de 2015

Gaian chegou (literalmente)

Acabou de chegar o livro de estreia do meu amigo autor Claudio Almeida, intitulado de Gaian - O Reinício. Estou ansiosíssimo para lê-lo! O material é de primeira, tem uma capa linda e desenhos. Veja o meu exemplar:


Quer um também? Vá ao lançamento oficial do livro:


Eu vi Gaian ganhar seus primeiros traços num site de publicação on-line e confesso que estou muito feliz com a evolução da obra e do seu autor. Para saber mais sobre o livro, curta a página oficial:


Fica a dica de leitura. 
Abraço.