21 de janeiro de 2020

Voltando a fita 2019 - 2



Prontos para continuar nosso passeio pelas melhores postagens do ano de 2019 daqui do blog? Pois então vamos!

No mês de julho postei na íntegra o conto "Negrinha" de Monteiro Lobato, Também deixei online o conto "Benjamim e Vaidosa" que serviu de inspiração para o meu livro "Respeitável Benjamim". Agosto teve o meu conto "O Maior presente do mundo" e a resenha de Macunaíma. Ah, também teve a divulgação do lançamento de "Respeitável Benjamim". Já em setembro postei um desenho de Isalinda de Respeitável Benjamim. O resto do mês foi todo gasto com o lançamento do livro

Para outubro ficou uma tirinha do Fezesman chamada "Deletando redes sociais", cujo roteiro foi escrito pelo meu amigo escritor Fagner JB. Contei como foi o evento literário "Café Literário" do meu amigo Nunes Guerreiro. Terminei o mês com a resenha do livro "Zelota - A Vida e a Época de Jesus de Nazaré". Em novembro Gelocubo apareceu na tirinha "Pôr do Sol". Teve a premiação do Arte em Movimento que tive a honra de ser lembrado. No último mês do ano postei a tirinha do Fezesman "Chegando" e o conto "Presente de Natal". Fechamos o ano com o "Ano Novo" do Fezesman. 

Assim foi o nosso 2019! Um ano muito bom. Espero que 2020 seja melhor ainda! É. também, o meu desejo a vocês.

Abraço.
Paul Law         

7 de janeiro de 2020

Voltando a Fita 2019 - 1




Vamos fazer uma retrospectiva do nosso ano aqui no blog? O Voltando a Fita serve para isso! Você só precisa clicar nas palavras que possuem links para ir direto à postagem referência.   

Em janeiro do ano que acabou, comecei com a resenha do livro "O Legado de Avalon - o garoto, o velho e a espada" do escritor Luiz Fabrício Mendes.  Em seguida postei um quadrinho do Fezesman chamado "Antes e Depois". Fevereiro começou também com resenha, mas do conto "O Delegado Tobias" de Ricardo Lísias. Depois, publiquei um pequeno texto chamado "Germinando um velho" de minha autoria. Resenhei ainda dois livros "Memórias Inventadas" de Manoel de Barros e "A Menina que tinha medo de barata" do autor Marcos Cunha. Já em março deixei o meu livro "V de Verônica" de forma gratuita na Amazon; publiquei a tirinha "meditação" do Fezesman (a publicação mais vista do ano!). Fechei o mês com resenha do livro "A Viúva Silenciosa"

No mês de abril publiquei o conto "Negrinha" de Monteiro Lobato na íntegra (achei um conto muito atual e crítico!). Deixei um pedacinho do meu livro "Respeitável Benjamim" no conto "Benjamim e Rica" e terminei o mês com o Gelocubo na tirinha "não deixe para amanhã". Maio foi marcado pelo pequeno texto "Cheiro de Tarde" e pelo desenho do Gelocubo "Para minha mãe".  Tivemos por último a cobertura da Mostra Literária Assis Oderan. Já em junho publiquei a tirinha do Fezesman chamada "a cara do pai" que foi escrita pela minha filha Bárbara.  Também resenhei o livro "Crônicas do Pássaro de Cordas" do autor Haruki Murakami. 

Não foi um bom começo de ano? 
Logo tem mais retrospectiva, fique ligado. Abraço.
Paul Law                

17 de dezembro de 2019

Presente de Natal



Nesta época do ano fala-se muito em presente. Em embrulhos bonitos, objetos caríssimos e felicidades momentâneas. Afinal, quem é que não gosta de ganhar presentes? Muitas vezes, ocorre uma troca; uma desculpa para se adquirir o desejado produto. Eu te presenteio com aquele celular e você me dá um computador novo. Outras vezes nos permitimos comprar algo que almejávamos há tempo. É Natal e eu mereço um presente. Ah, e tem o Amigo Secreto, aquela tradicional troca de premiações que ocorre entre amigos, familiares ou colegas de trabalho.

Não digo que é ruim dar e ganhar presentes, mas gosto mais de usar esta palavra como derivada de presença. Sabe, estar presente? Passar os dias de festas com entes queridos, ouvi-los, abraçá-los ou simplesmente ficar do lado deles? Já aconteceu de você se sentir melhor apenas por estar perto de alguém que te ama? Deixar-se estar com sua família, seus filhos sem esperar algum gatilho para começar a ser feliz. Tem pessoas dizendo pro aí que ser não tem nada a ver com ter e eu gosto de acreditar nisso. Não sou ingênuo nem corajoso o bastante para desvincular totalmente uma coisa da outra, mas gosto de me sentir livre. Então, se sou livre não preciso ter para ser; posso ser agora o que quiser, inclusive feliz, alegre. Por outro lado, ter coisas não é uma má ideia se for justo e necessário. O ter importante é sempre aquele que se acaba e não se pode conseguir outro. Sabe, uma tarde com seu pai ou um dia todo com um filho? O ter que se vai e não se recupera tem ligação com o tempo e isso é meio triste. Tempo não volta. 

Desejo a você que aproveite o seu tempo neste fim de ano, sendo presente na vida daqueles que se importam com você e tendo alegrias que não podem caber em uma caixinha (ou caixona). 

Feliz Natal! 

Paul Law