A antiga parte de Pó não gostava de ser encarada por ninguém. Ela costumava assoprar em ouvidos, atravessar pensamentos correntes e encher o coração de anseios. Mas quando alguém a questionava racionalmente sobre seus ideais, não tinha bons argumentos. No fim era apenas um querer por querer; vontade de buscar ainda que nunca se alcance, tolices para justificar uma vida sem importância. Era uma droga viver sem querer ou importâncias...
Ali de frente à mulher que acabara de reencontrar e se despedir da mãe, levada pela morte nova tinha assuntos a tratar. Havia uma última alça.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Bem-vindo. Seu comentário é muito importante!